PAZ
Paz... paz na terra, a palavra que mais ouvimos nesta época que se comemora o Natal.
É o tempo mais lindo do ano; as pessoas ansiosamente esperam a noite mais feliz.
Passam pelas nossas mentes os pensamentos sobre as festividades dessa noite tão mágica, imaginamos os anjinhos no céu cantando louvores ao Deus Menino, doces melodias...
Com um pouco de esforço, parece que até escutamos suas vozes tão suaves, estrelinhas tão brilhantes e alegres iluminando o Bebê que chegará nessa noite, ah! Tudo é paz e harmonia, nós também queremos louvar e bem dizer ao Deus Supremo, ao Deus da vida, com todo nosso coração.
Tudo isso é magnífico, uma alegria impar.
Por todos os lugares vemos adultos e crianças, num vai e vem, apressados, preocupados com a ceia, papai Noel, presentes, festas, linda árvores cintilantes e tudo mais, a final é Natal.
Isso nos faz muito felizes, somos promotores da alegria entre nós, o amor esta no ar.
É, mas pensando bem, há outro lado da moeda...
Esse não tem brilho, não tem esperança, ele é tão feio que nem queremos pensar, por exemplo, a violência, o desamor, o desprezo pelos marginalizados, sem rumo, sem saúde e sem ninguém que os ouça, sem nenhum apoio; soa os famosos moradores de rua, carentes, até tido por inúteis.
Dizem algumas pessoas maldosas que não devemos nos envolver com essa gente porque podem nos trazer problemas. Melhor deixá-las, coitados!
Mas, paremos e meditemos um pouco; o Natal não é o aniversário da criatura mais pobre da face da terra?
Será que o aniversariante não gostaria da participação dos excluídos na sua festa também?
Ele não veio para todos? Amor e fraternidade não andam juntos?
Como seria lindo se ao menos nesse dia, os povos se dessem as mãos, as pessoas se perdoassem, todos felizes abraçando-se como irmãos.
Só assim o aniversariante desse dia, festejaria conosco muito contente, e ai poderemos desejar à todos: Feliz Natal, muita paz na terra aos homens de boa vontade, de todo coração, com as bênçãos do senhor!
Colaboração: Sra. Ione – Conchas/SP
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