Saudando a Galera/Sessão Maguila:
1) Com muito pesar, informo o falecimento da Da. Maria Milanez. Ao Cabeção, Nivaldo, Tonho, Cidinho, Carlinhos, Zeca, Márcia e demais familiares, meus sentimentos. 2) O fogo que destruiu a Cidade do Samba ardeu também em nosso coração carnavalesco conchense, pois só quem é do ramo sabe o quanto é dolorido a destruição de um trabalho abnegado de meses. Mas o samba é como Fênix, renasce das cinzas, e tenho certeza que as escolas atingidas (Portela, Grande Rio e União da Ilha) estarão, sim, com força total no sambódromo. Deus é brasileiro! E sambista também! 3) Neste carnaval, algumas empresas apóiam o SACI. Como não posso fazer merchandising aqui, cito, disfarçadamente, os nomes de empresários amigos apoiadores da nossa causa: Tathiana Dolce, Alex Vitta, Dimas FD e Valdir Gráfica. Valeu a força, moçada! Será que enganei o Frajola? 4) Com 24 participantes, divididos em dois grupos, A (times de fora) e B (times de Conchas), começa no dia 14/02, no ginásio João Caram, a tradicional Copa Conchas de Futsal, em sua 15ª edição, promovida pela Secretaria Municipal de Esportes. Boa sorte a todos e que o público seja brindado com grandes jogos.
Bola Rolando/Esportes:
1) O CFC foi a Cerquilho, onde enfrentou o temido São José, e colheu dois bons resultados. Os aspirantes venceram com folga por 3 a 1, gols de Clodo e Allisson (2), o destaque da equipe; e os titulares pegaram pedreira brava, mas garantiram o empate em 2 a 2, gols de Clayton e Faqueiro. 2) No Almadão, com ótima atuação, a AAC se manteve invicta em 2011 ao bater o forte Santa Cruz, de Tatuí, por 2 a 0, gols “Dele”, o artilheiro Marcelinho “Patrick Tchêrekinho”, e Zé Calcinha. 3) O Sucatão AAC foi a Pereiras, onde empatou com o bom time do Atlético por 3 a 3, com gols do “endiabrado” Zé Calcinha (2) e Sandro “Macarrão”, que retornou muito bem à equipe. O técnico alviverde Serginho Mostarda e seus pupilos saíram reclamando da arbitragem. 4) Depois de um primeiro tempo primoroso, quando vencia por 1 a 0 – golaço de Betão “Canhotaço” completando jogada genial de Bertinho – e mandava no jogo, o Master Selemessias marcou bobeira e tomou a virada de Osasco, por 2 a 1. O jogo, realizado no Albino Pavan, foi um castigo injusto para os comandados de Messias e Telmo “Cueio”.
Zona do Agrião:
1) No salão “Zé Pai & Zé Filho”, onde corto o pouco cabelo que ainda me resta, reencontrei o folclórico ex-árbitro Esmeraldo “Tana”, com o qual relembrei algumas de suas atuações memoráveis. Numa delas, Tana foi apitar um jogo do SACI contra um time da capital. O atacante sacizense Nicolau “Morro Arto” Caram, temendo uma derrota, se aproximou do Tana e o cutucou: “Se precisar, o jogo estiver difícil, você dá um pênalti para a gente e, depois, lhe dou um saco de arroz” (o pai do Morro Arto, saudoso Seu Chicre, tinha uma máquina de beneficiar arroz). Bola rolando, show de bola do SACI e uma goleada fácil por 5 a 0. Após o jogo, bebendo no Butinão (inesquecível bar e lanchonete do João Mir), comemorando a vitória, Morro Arto recebe a visita do Tana, que foi cobrando: “Cadê o meu saco de arroz?”. Surpreso, Morro Arto retrucou: ”Mas, ganhamos fácil e nem precisou você dar o pênalti!”. Inflexível, o Tana rebateu: “Mas, se precisasse, eu estava lá”. Para evitar constrangimentos, Morro Arto deu o saco de arroz para o Tana e quem ficou com o prejuízo foi o Seu Chicre. 2) Depois de ver seus “brimos” déspotas do Oriente Médio, Ben Ali (Tunísia) e Hosni Mubarak (Egito), serem apeados do poder por revoluções populares, o sheik árabe-piramboiano Pedrão “Misiara” Abud colocou, literalmente, as barbas de molho. Ele teme ser a próxima vítima e perder seu poder hegemônico no Calçadão José Neder, onde reina absoluto por mais de cem anos e é “inspetor e alcaide do quarteirão”. Segundo o Armando, morador do Calçadão, o povo não anda lá muito feliz com o governo do Pedrão, mas ninguém ainda falou em revolução para derrubá-lo. De qualquer forma, se cuida, Pedrão! 3) O custo das ligações telefônicas para se tratar jogos é o item mais pesado do orçamento dos clubes da região. Mas para a Selemessias é zero. Este milagre é de “São Messias”, que, apesar de idoso, ainda consegue subir nos postes, fazer seus “gatos” e ligar de graça para tratar jogos com times de qualquer parte do planeta. Este “poder milagroso” Messias herdou dos tempos em que trabalhava na Telesp/Telefônica. O duro é que eu era da Auditoria da empresa e nunca peguei o Messias numa dessas suas operações. Milagre de “São Messias”!
Fechando as Cortinas:
De Sarney, “lamurioso”, ao assumir, pela enésima vez, o Senado: “Vou para mais um sacrifício pessoal”. Coitadinho, judiação! Quase fui às lagrimas. Acorda Brasil!
Romildo "Pakinha" Almeida
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