Saudando a Galera/Sessão Maguila:
1) Ele foi um dos maiores craques do futebol conchense e regional, atuando ao lado de gênios como Bistéis, Pete e Wilson Baltazar. Defendeu por anos a AAC e se destacou no profissionalismo pelo São Bento, de Sorocaba. Encerrou sua gloriosa carreira jogando pelo SACI contra o Banespa Clube, então dirigido por Isaac Cafu, no Riacho Grande. Naquele jogo-festa memorável, ele foi homenageado pelos sacizenses com uma placa de prata. Estou me referindo ao Costinha, que, infelizmente, nos deixou no sábado (04). Aos seus familiares, meus sentimentos. 2) Mas a vida segue; e para o Tote “Aristolino” Neder ela já bateu em meio século. Além do novo motorzão turbo 5.0, ele ganhou uma festa surpresa da esposa Joana e do filho Pedrinho “Tricolino”, que reuniram amigos e familiares em seu sítio paradisíaco, entre eles o glamouroso casal Marco “Kaminhão de Argodão” Barrile e Heloisa “SBT”, que há tempos não pintava por aqui. Parabéns e salve o Tote! 3) Domingo passado (05), um dos destaques do programa Entrevista & Cia. da TV Gazeta foi o amigo João Anibal (João Aniballe no mercado hoteleiro internacional). Ele é o CEO (Diretor Executivo) do Leading Hotels of the Word no Brasil, uma fabulosa organização de hospitalidade, associada aos mais luxuosos hotéis do mundo, que atua em mais de 80 países. Salve João e que sua carreira siga vitoriosa!

Bola Rolando/Esportes:
1) Pelo campeonato amador municipal, no CFC, o titular do Galo goleou o São José por 8 a 0 (Leo, Clayton, Wandão, Faqueiro, Junior, Lukinha, Adriano e André Pakinha). Na AAC, o Astor venceu os Binos nas duas categorias: aspirante 2 a 0 (Marcelinho “Patrick Tchêrekinho”) e titular 4 a 1 (Andrei/2, Allisson e Wellington), sendo o gol dos Binos de Marcos Vinicius. 2) No Almadão, o Sucatão AAC perdeu para o Barcelona, de Sorocaba, por 2 a 1, sendo o tento de honra de Tyson. O fato curioso foi que o artilheiro alviverde Cesão “Maluco Peito de Aço” jogou contra e fez os dois gols do adversário, fazendo jus a um ditado que circula sobre seu futebol: “Deus perdoa, Cesão não!”. 3) O Master Selemessias, jogando na Estação de Pereiras, perdeu por 2 a 1 para o forte Jaraguá, da capital, gol de honra de Dito Pirambóia. 4) Torneio interno de tênis CRB: André “Federer Pangaré” Lagranha 2 x 0 Zé Maria Laborcon, Allan “Mamadeira” 2 x 0 Tadeu “Gavião” Luvisotto e André “Turbo” 2 x 0 Paulo “Portuga”.

Zona do Agrião:
1) Para levantar o meu moral tenístico, que anda mais por baixo que umbigo de cobra, o amigo Sergião “Big Serg” Wetter me presentou com uma camisa oficial de tenista do C.A. Juventus. Segundo ele, tal camisa dá sorte e, para uma volta triunfal ao tênis, bastaria usá-la em 2.000 treinos diários de 10 horas com o Larri Passos, ex-técnico do Guga. Tudo daria certo não fosse a recusa do Larri, que preferiu treinar o Bellucci, o top do Brasil, e desprezou este tenista chinfrim. Desolado, indaguei ao Sergião: “E, se eu usar a camisa e treinar com o Truck e o Chico Gorga, terei sucesso?”. Sergião, então, me nocauteou: “A camisa dá sorte, mas não faz milagre!”. Foi cruel! 2) Em 50 anos de bola, o craque laranjalense Elcião “Bigode” já driblou as botinadas do Piko Kid, Toninho Messias, Dito Correia e de outros zagueiros ferozes, sem nunca se contundir. Mas, fora dos gramados, não conseguiu driblar a fúria de um alazão xucro que trouxe de Mato Grosso para domar. O animal o derrubou, contundindo-o nas costas. Por isso, Elcião encerrou a carreira de domador eqüestre e só vai ficar no futebol. Certo ele! 3) Presenciei um encontro inusitado entre dois torcedores fanáticos e folclóricos: Helinho “Fofão” Lima, o Louro José, santista doente (viúva do Pelé e noiva do Neymar), e o Fúlvio “Sardinhão”, são-paulino roxo (discípulo do Telê e fã do Muricy). Quando pensei que iriam se atracar por causa de suas paixões clubísticas, eles se abraçaram. Perplexo, só mais tarde descobri o motivo do gesto amistoso: o Louro é padrinho do Sardinhão no “showbizz da bola”, tendo até lhe dado este apelido. Coisas de celebridades que não saem nem na Caras. Sorry, periferia! 4) Esquecido pela AAC após uma partida em Tietê, o craque Zé Calcinha vagava pelas ruas e via a noite chegar chuvosa e perigosa. Pediu proteção numa casa, cuja dona o deixou dormir na garagem ao lado do seu cãozinho. Passou a noite protegido, mas não dormiu por causa dos latidos do Totó. Já o Babado, esquecido pelo CFC em Tatuí, passou a noite desprotegido numa manilha, mas dormiu como um anjo ao som suave de uma garoa. Cada sono com seu peso!

Fechando as Cortinas:
O desfile do 94º aniversário do município de Conchas foi demonstração pura de civismo popular. Gostei muito, em especial, da justa homenagem ao saudoso Luiz José.

Romildo "Pakinha" Almeida    
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