Saudando a Galera/Sessão Maguila:
1) Uma vez mais, para minha satisfação, escrevo esta coluna daqui da paradisíaca Riviera de São Lourenço, um recanto divinal, do qual quero passar a desfrutar com maior freqüência. Um lugar desses – sol, praia, mar e Mata Atlântica – inspira até “pangarés das letras”, como este reles colunista. Mas isso não significa que tal inspiração gere alguma obra genial, como as do mago Arnaldo Jabour, capaz de sepultar a mediocridade cotidiana desta pobre coluna. De qualquer modo, é indescritível o prazer de viver momentos como estes em que fazemos o que gostamos num ambiente assim. Salve a vida e a natureza! 2) Os dotes de pizzaiolo do Ditão “Labanka” Abud Serafim e de seu filho Luiz Henrique foram, novamente, destaque no Bar do Pedrão/CRB, em mais uma “Noite da Pizza”. Muita gente foi saborear as delicias preparadas por essa dupla e, para completar, o evento teve o encanto musical do genial Gaspar. Nem no Micheluccio seria melhor. Salve essa moçada talentosa!
Bola Rolando/Esportes:
1) No João Pástina, o CFC empatou com as boas equipes de Bofete. Os veteranos/CFC B ficaram no 1 a 1, gol de Duda. Já os amadores conseguiram fazer 3 a 0, mas bobearam e empataram em 4 a 4, gols de Faqueiro, Wandão, André Pakinha e Léo “Cabeça de Jaca”. 2) No Almadão, a AAC goleou a Estação de Pereiras, com 2 golaços do veteraníssimo Zão “Violeiro” – o nome do jogo –, 2 de Zé Calcinha e 1 de Helinho “Torpedo” Escorpião. 3) O Sucatão AAC também goleou: 5 a 1 no Atlético, de Pereiras, gols de Luiz “Buba” Roberto (2), Zé Calcinha (2) e Sandro Macarrão). 4) O Máster Selemessias teve dois compromissos: no sábado, no Felipe Gazzola/UEP, empatou com o Máster de Botucatu, por 0 a 0; e, no domingo, em Tietê, perdeu para o time de “juveranos” (9 juvenis e 2 veteranos) da Estação Experimental, por 4 a 2, sendo seus gols marcados por Paulinho “Pulmão de Aço” e Dito Pirambóia. Para salvar a semana, no sábado, a moçada foi premiada com um monumental churrasco no bucólico e aconchegante Sitio do Ijo, no qual foram servidas, além de cerva hiper gelada, inúmeras iguarias gastronômicas, como “Cordeiro da Nata” e “Leitoa à La Turri”. 4) Pela Liga Regional de Tênis, no CRB, foram decididos mais dois títulos. Na categoria 50 C, num “duelo de titãs”, Dado Piozi venceu Paulo “Portuga” por 2 x 1 e ficou com o título. No Feminino B, Lais, de Tatuí, foi a campeã ao vencer Maira, de Pereiras, por 2 x 0.
Zona do Agrião:
1) Os irmãos Zé Museu e João Rubião são os freqüentadores mais assíduos do “Ranchão da Quarta”, que acontece todas as quartas-feiras, à noite, no CFC. Mas, na quarta passada, para espanto geral, eles faltaram. O Zé, corinthiano roxo, não foi porque ainda estava com vergonha do vexame do seu time na Libertadores. E o João, para variar, estava internado pela 100ª vez em Rubião, tratando do seu “joelhinho de louça”. Indignado, o Zé Luiz “UTI” Sabesp criticou a atitude dos irmãos: “Eu também sou corinthiano e também tenho “joelhinho de louça”, mas estou aqui, pronto para jogar”. Para o Zé Luiz, trato é trato. 2) O Carlos “Negão” Mezzo, o “Goal Keeper da Internet” que defende o Master Selemessias, resolveu inovar na marcação de jogos para o time. Usando a rede mundial, acertou um jogão: campo de primeira, churrasco e cerveja na faixa e tudo mais. Feliz da vida, comunicou o pessoal, mas, na mesma hora, obrigaram-no a desmarcar tal compromisso. Também pudera era para jogar em Montes Claro, divisa de Minas com a Bahia, distante “apenas” 2.570 quilômetros de Pereiras. Ele só se esqueceu de que a viagem do time seria feita de Topic e não de Internet. Cuidado com os vírus da Internet, Negão! 3) Depois de comer metade da leitoa sozinho na Festa do Hijo, Isaac Cafu pegou uma machadinha, abriu a cabeça do suíno assado e comeu os miolos. Para explicar tão bizarra comilança, soltou essa pérola: “Sou afro-descendente e isso era um costume de meus ancestrais que habitavam o Sudão, a Nigéria e o Senegal”. Está explicado; não está, Hijo?
Fechando as Cortinas:
Uma luz tênue se acendeu nos bastidores escuros e podres da política nacional: a Lei dos Fichas Limpas, embora desfigurada, foi aprovada no Congresso. E isso só ocorreu pela pressão da sociedade, pois, se dependesse dos políticos, tudo continuaria como sempre esteve. O povo espera que esse fato seja o marco inicial do fim da bandalheira, da corrupção, da falta de ética e de outras mazelas políticas que arrasam esse País. Há, porém, a necessidade de que façamos a nossa parte nas próximas eleições rejeitando os fichas sujas.
Romildo "Pakinha" Almeida
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