CIRCO DO PAKA
Saudando a Galera/Sessão Maguila:
1) A dupla de cozinheiros árabes Ditão “Labanka” Abud e Décião Jacob viajará com a nossa caravana (eu, Zé Pretinho e o ex-centro avante fanfarrão – mais fanfarrão que centro avante – Otávio “Vorta Seca” Aníbal) para Riviera de São Lourenço. Com essa dupla, Riviera de São Lourenço, um dos mais belos e badalados balneários do litoral norte paulista, vai superar, no quesito gastronomia, a famosa Riviera Francesa. A comida deles é tão boa que até o violento, porém exigente e requintado, sheik árabe-piramboiano Pedrão “Misiara” Abud (primo do Bin Laden) provou, pediu bis e até lambeu os beiços. Salve Ditão e salve Décião! E salve o Pedrão também; se não, ele ataca o “Informativo” com homem-bomba! 2) SACI e CRB lançaram uma ação entre amigos em conjunto objetivando arrecadar fundos para o desfile carnavalesco/2010 e melhorias no conjunto patrimonial, respectivamente. Os prêmios são atraentes – chegam a R$ 10 mil – e a causa é nobre; então, vamos colaborar!
Bola Rolando/Esportes:
1) Com uma atuação de gala de Marcelinho “Patrick Sherekinho” Nunes, autor dos gols alviverdes, a AAC bateu o União de Pereiras por 3 a 0, jogando nas Abóboras. Com esse resultado, o time mantém a invencibilidade em 2010. 2) Outro invicto em 2010 é o Master Selemessias, que, na volta deste colunista ao time, fez uma partida excelente e venceu por 2 a 1 a fortíssima Seleção de Veteranos de Botucatu, comandada por Badão. Os gols foram duas “pinturas”: de Tété – um tirombaço da entrada da área – e de Claudinho – um toque sutil na saída do goleiro, no estilo Romário. 3) Em sua 14ª edição, a “Copa Conchas de Futsal”, um dos maiores eventos desse gênero na região, se encontra em andamento e se encerrará no carnaval. A expectativa é a de que o sucesso seja o mesmo dos anos anteriores.
Zona do Agrião:
1) O Samuca “Pereira”, clone do ex-zagueiro palmeirense Luiz Pereira, é um craque elegante em campo e de gosto refinado. Sua chuteira é uma Adidas alemã igual à do Kaká e sua bolsa de carregar material esportivo é uma Louis Vuiton francesa. Por causa disso, ele resolveu desancar as “tralhas” do Edmur, dizendo que “a chuteira dele parece uma canoa e a bolsa é daquelas de carregar marmita”. Magoado, Edmur decidiu checar os tais materiais importados do Samuca e descobriu que tanto a chuteira alemã quanto a bolsa francesa são legítimos produtos “made in Paraguai”. Depois disso, Edmur desabafou: “Minhas “tralhas” são humildes, mas são verdadeiras e genuinamente pereirenses, pois eu as comprei na loja do Betão. Pode perguntar a ele”. Levou um “vorta vaca”, hein, “refinado” Samuca? 2) Dia desses, o craque-ancião Hugo ½ Noite foi sair de casa apressado e tropeçou em sua cachorra russa Ludmila Putanova, que estava deitada na soleira da porta. Levou um tombo e foi parar no meio da rua que dá acesso ao frigorífico de frangos da cidade. Desmaiado, todo branquelo e só de calção branco, ficou meia hora ali e acabou confundido com um frango por um motorista do frigorífico, que o jogou em meio às aves que estavam num caminhão. Quando acordou já estava entrando na linha de abate do frigorífico. Então, começou a gritar por socorro e foi salvo por seu amigo Mateirinho, que trabalha no local. Que ironia do destino, o ½ Noite que já teve até o apelido de “Galo de Ouro”, por sua virilidade no futebol, acabar confundido com um mero frango de granja. É a idade! 3) O “Galã da Língua Plesa”, Aloizio “Cabeção” Milanez, que há anos amarga um “desvio amoroso” bravo, estava prestes a arrumar uma namorada. Mas, depois de olhar bem para sua constituição física, sua pretendente recuou, alegando que ele não tinha “barriga de tanquinho” e, o pior, que a sua “torneirinha” também não funcionava mais. O Cabeção não agüentou e foi afogar as mágoas com o Lão no Bar do Céu. Ele é o próprio “Fio da Véia”: não pega nada! 4) O Tricolor levou piaba da Lusa e o Sardinhão sumiu. Coitado!
Fechando as Cortinas:
O cidadão empreendedor brasileiro investe suas economias, abre seu negócio, enfrenta a burocracia, paga impostos, gera empregos e trabalha duro para sobreviver. De repente, é vítima de assaltantes, ladrões e bandidos de toda espécie. Resta-lhe o prejuízo e a revolta. Isso, que deveria ser exceção, vem se tornando regra geral. Dois exemplos – e há muitos outros – são a Loja Capri e a Lotérica, aqui de Conchas, vitimadas várias vezes. E cadê o Estado, responsável pela segurança da sociedade? Acordem, governantes e autoridades!
Romildo "Pakinha" Almeida
Leia todos os comentários e materias do Pakinha CLICANDO AQUI