CIRCO DO PAKA
Saudando a Galera/Sessão Maguila: 1) Com muita tristeza recebi a notícia da morte do “Seu” Pércio Jacob, morador de Torre de Pedra e pai do amigo Decião Jacob, a quem envio votos de pesar, os quais são extensivos à sua família. 2) Agora, alegria. Todo janeiro, passo momentos de extrema felicidade: pelo ingresso num novo ano e pelos muitos aniversários de amigos que acontecem nesse mês. Como sou “arroz de festa”, estive em muitas delas. A primeira foi a do Zé Pretinho “Cadelão” Sebastião, que comemorou seus 52 anos em seu rancho paradisíaco na beira do Rio Grande, divisa de São Paulo e Minas. Lá, também tive o prazer de reencontrar uma caravana de conchenses, formada pela família Merlin (Robson, Rosnei, Ado “Zé Flecha”, Zé “Guanxuma” Pascoal, Petito e Bibo “Chassi de Grilo”), pelo Vitinho “Korisko” Manente e pelo Marcelo “Bolacha”. Depois, fui à festa da Cíntia, esposa do Carlão “Quero Pizza” Bastos, que reuniu amigos num delicioso encontro regado a cervejas hiper geladas e, claro, pizzas divinais de diversos tipos. Finalizei minha maratona festiva na comemoração dos 61 anos do Tarcizão “Kaminhão Truck Karregado de Pedra”, num sofisticado churrascão no CRB. Além desses três aniversariantes queridos aqui citados, em janeiro, há outros que também habitam o lado direito do meu peito: minha irmã Roseni, meu sobrinho Ricardo “Ampola” e os amigos Aloizio “Buda” Tomazela e Ditão “Labanka” Seraphim. A todos, meus votos de saúde, paz e sucesso. Salve essa moçada! 3) Alegria imensa também senti ao rever, já restabelecido, o amigo João Carlos Alfredo, professor e poeta, que teve várias de suas poesias publicadas aqui no Informativo, obtendo muito sucesso junto aos leitores. Salve grande João! 4) Confirmando o que previ aqui na coluna, o cantor, compositor, músico e amigo conchense Rodrigo Campos – filho do Isaac Cafú e da Lucia e meu parceiro na composição dos sambas-enredos do SACI e do Kaveira – teve o seu CD “São Mateus não é um lugar assim tão longe” eleito como um dos quatro melhores de 2009. E quem o elegeu não foi só este reles colunista, mas também a grande e respeitada mídia: Estadão, Folha de São Paulo, Globo e ABC Porto Alegre. Confirmem esse feito memorável do Rodrigo acessando o site desses gigantes da nossa imprensa. Parabéns, Rodrigo e que esse sucesso se eternize, pois talento você tem de sobra! 5) E o reveillon do CRB foi sucesso total, parabéns aos organizadores (Fernando, Chico, Letícia e Cia.). Já SACI e Kaveira se preparam para o carnaval/2010 (vide matérias do mestre Vismarzão Gomes).
Bola Rolando/Esportes: 1) A AAC iniciou 2010 com o pé direito. Jogando contra o forte CRC, em Laranjal, o Alviverde conchense venceu espetacularmente por 4 a 1, gols de Lula “Buba”, Cesão “Maluco” Peito de Aço, Fernandinho e Marcelinho “Patrick”. 2) A Selemessias esperou por Iperó, na Estação de Pereiras. Mas o adversário “deu o chapéu”, não apareceu para a peleja e frustrou os “meninos cinquentões”. O jeito foi jogar truco e dar risada com o pessoal.
Zona do Agrião: Em revide a esta “Zona do Agrião”, a moçada resolveu esculhambar o coitado deste colunista. Na minha volta à Selemessias, o Gênio “Manequim de Funerária” Pai tratou de espalhar o meu apelido “Joaninha de Roseira” em meio aos craques do time, que, até então, desconheciam tal fato. Tive que agüentar alugações do Teté, do Flavinho “Tentado”, do Ijo “Artime” Turri, do Samuca “Pereira” (clone do Luiz Pereira), do Betão “Canhotaço” e do resto da turma. Só fui poupado pelo Messias, que é pastor católico e não gosta de alugar suas ovelhas. Depois disso, foi o Nicolau “Morro Arto” Caram quem me espinafrou dizendo que eu jamais fui ou serei bom jogador de futebol devido à minha árvore genealógica – e não “ginecológica”, como diz o Hugo ½ Noite. Segundo ele, eu sou descendente dos saudosos Zico Farinheiro, Duir e Zezé, figuras folclóricas do futebol conchense que sempre foram torcedores e nunca jogadores; e, por isso, tenho que, no máximo, ficar na arquibancada só torcendo. Já o Helinho “Fofão” Lima, o “Louro José”, olhou para mim e me detonou: “Quando você nasceu, a cegonha visitou sua mãe cinco vezes: uma para entregar você e outras quatro para pedir desculpas à família por ter entregado uma “coisinha” tão feia”. Ninguém merece! O que será que eu fiz?
Fechando as Cortinas: Espero que, neste ano, o tão sonhado campo de futebol de Juquiratiba se torne realidade. O CAJU e o povo do Distrito merecem este presente há tempos prometido.
Romildo "Pakinha" Almeida
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