“CIRCO DO PAKA”
Saudando a Galera/Sessão Maguila:
1) Com muita tristeza, registro o falecimento do amigo Zé Mário, o “Tubarão”, um dos fundadores do SACI. À sua família, os meus sentimentos. 2) Majestosamente linda! Esta é a melhor definição para a “II Noite do Rei”, a já tradicional festa embalada exclusivamente por músicas do rei Roberto Carlos, promovida pelo CRB no último dia 13/11/09. O requintado elenco de cantores capitaneado pelo genial Chico Gorga contou com os talentos superlativos de Thais, Fuminho, Gaspar e Alessandro “Divina Voz”, havendo também a participação dos convidados especiais Kirino “McCartney”, Gislaine, Maria Odete e Maurinho Baruru. O evento teve como mestres de cerimônia este colunista e o eclético Otávio “Vorta Seca”, o “Seu Madruga”, que também soltou a sua voz, num encontro inesquecível, cujo encerramento foi apoteótico com todos os presentes cantando a messiânica “Jesus Cristo”, um dos maiores “hits” da consagrada carreira do Rei. Salve o rei Roberto Carlos e salve o CRB!
Bola Rolando/Esportes:
1) Jogando no João Pástina, o CFC fez “barba e cabelo” do Bico do Corvo, de Laranjal. Os veteranos/CFC B venceram por 4 a 2 e os amadores/CFC A golearam sem piedade por 8 a 1. 2) Numa partida equilibrada, a Selemessias empatou com o forte esquadrão de veteranos de Osasco por 2 a 2, com gols de Teté e Amauri Pilla, a mais nova contratação da equipe, que fez sua estréia juntamente com o Fernandão Embraer, ambos cunhados deste colunista. 3) Muitos gols, festa e confraternização total marcaram o encontro “fut-festivo” entre o combinado SACI/Extrema-Unção/Selemessias e o Pilla’s Bar, de Itapevi. No campo do CFC, o placar apontou empate em 4 a 4, com Edmur, Amauri Gordo e Claudinho (2) marcando para o time anfitrião, enquanto que Alexandre, Mercedão e Genro do Batata (2) anotaram para os visitantes. A arbitragem esteve a cargo de Fidel “Le Grand”, que teve ótima atuação. Após a peleja, a festa prosseguiu no CRB (”Bar Los Primos” – Pedrão/Fernando), com um churrascão preparado pelo Fião Sartori e animado pelo pagode do Alexandre Coquinho e sua banda. 4) Por motivo de viagem, não foi possível obter e publicar os resultados dos jogos da AAC, Sucatão, São José e do campeonato varzeano conchense, que me são informados por meus correspondentes oficiais Marcelinho “Patrick” Nunes e Isaac “Cafu” Campos.
Zona do Agrião:
1) Batata é um dos cartolas do Pilla’s Bar e, como tal, ele impõe alguns nomes na escalação do time, entre eles, o de seu genro. Só que o rapaz é bom de bola, faz gols e, além disso, é fazendeiro em Minas Gerais, onde cria mais de mil cabeças. Espantado, perguntei ao Batata: cabeças de gado? “Não, não, de formiga”, respondeu ele, me explicando que o rapaz é criador de saúva, tassuira, “ranca carça”, “formigão de coador” e outros tipos desse bicho. Ele exporta a “Formigada Made in Minas” para a China, onde são transformadas em deliciosos pratos da alta culinária asiática. Eta genro bom esse do Batata! 2) Falando em exportação, vai de vento em popa a empresa do Carlos “Moita” Madeixa Dinossauro, o famoso “Jacarezinho do Cerrado", que, há anos, cria pernilongos e pulgas, adestrá-os para a dança e, depois, exporta-os para cassinos de Las Vegas. É “money” certo; não é Moita? 3) A Seleção do Brasil tem o Kaká e a Seleção do Messias tem o Kokô (nome carinhoso pelo qual o Koró “Jurassic Boy” é chamado por suas fãs). As pequenas diferenças entre os dois estão numa vogal do nome e na conta bancária. Há, porém, uma outra grande diferença relativa ao futebol: o Koró é muito mais “experiente” que o Kaká. Também pudera, ele foi companheiro de time do Charles Muller. Acho que de resto são iguais: ambos têm duas pernas, dois joelhos, dois pés...
Fechando as Cortinas:
Depois de quase vinte anos, voltei a Natal, a “Cidade Sol”, capital do acolhedor povo potiguar; e é deste lugar surrealissimamente lindo que escrevo. Em seguida, vou à paradisíaca Fernando de Noronha, a “Pérola do Atlântico”, um dos poucos recantos turísticos nordestinos que ainda não conheço. E “o quico”? Ou seja, “o quico” o amigo leitor tem com isso? Nada, é claro. Só quero extrapolar minha alegria de estar curtindo, ao lado de minha esposa Mena, lugares tão maravilhosos; e, mais do que isso: quero exaltar as belezas naturais e os povos desse nosso “continente” Brasil. Sem falso ufanismo, não há nada igual no mundo!
Romildo "Pakinha" Almeida
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