“CIRCO DO PAKA”

Saudando a Galera/Sessão Maguila: Minha saudação de hoje vai para o cesariolangense Luis de Lélis Camargo Barros, também conhecido por Gaspar, um dos melhores músicos da região. Ele é uma virtuose que navega cantando, tocando e encantando por todos os ritmos musicais. Sua última apresentação no CRB foi simplesmente magnífica. Salve, salve Gaspar!

Bola Rolando/Esportes:
1) O CFC foi a Cerquilho e seu time de veteranos/CFC B perdeu por 2 a 0, mas o amador/CFC A, mesmo muito desfalcado, obteve uma excelente vitória por 1 a 0, golaço de Giovani. 2) A AAC recebeu aqui no Almadão a forte equipe de Cesário Lange e foi derrotada por 3 a 2, cabendo ao artilheiro implacável Zé Calcinha anotar os seus gols. 3) Uma verdadeira “chuva de gols” aconteceu no jogo em que o Sucatão AAC foi derrotado pelo jovem e voluntarioso time dos Binos por 6 a 5. Para o Sucatão marcaram Kiko (2) e a “Família Buba” (papai Lula e filhos Wandão e Luiz Roberto). 4) Pelo campeonato varzeano municipal, a AAC venceu o Paraná por 4 a 1 e os Veteranos do Cruzeiro bateram o São José por 3 a 2. 5) Jogando no Felipe Gazzola e contando com Teté em estado de graça, marcando três golaços, os veteranos da Selemessias venceram a boa equipe da Ellenco, de Cerquilho, por 4 a 2. O outro gol “selemessiano” foi marcado por Betão “Canhotaço”, também de forma espetacular.

Zona do Agrião:
1) Que o Beto “Tukão” Caram é apaixonado pelo tênis todos já sabiam, mas a real intensidade desse sentimento poucos conhecem. Um caso contado por seu concunhado Virgilinho “Estriquinina” Martins, dá uma idéia disso. Cobrado pela esposa sobre uma reforma em sua casa, Tukão se esquivou alegando que a grana estava curta. Mas, no dia seguinte, a paixão pelo tênis o desmentiu: chegou a sua casa com uma raquete moderníssima, levíssima, folheada a ouro e que tinha até um chip, que, segundo ele, era capaz de corrigir a trajetória da bolinha, fazendo-a cair sempre na quadra do adversário. Preço do brinquedinho? A “bagatela” de cinco mil reais. Levou uma bronca da esposa, mas chegou a “Top One” do tênis conchense. E sobre a nota que o Tukão publicou aqui no “Informativo” sobre minha derrota para o Pedrão, faço apenas três reparos: i) estou na categoria “Faz me Rir”, mas não sou o último do ranking; ii) houve um jogo revanche contra o Pedrão e o venci por 2 a 0; iii) não posso ficar falando de mim nesta coluna; soaria cabotino frente aos meus leitores. 2) Palmeirense até a medula, o goleirão Carlos “Negão” Henrique é fã do Conca, craque do Fluminense. Empolgado com a provável contratação de seu ídolo, Negão soltou essa pérola: “Já está contratado; a Traffic possui 70% dos seus “direitos autorais””. Direitos autorais no lugar de direitos econômicos? Tudo bem, foi só um “frangaço linguístico” do Negão! 3) Por falar em Flu, foi só meu paparazzi palmeirense Otávio “Vorta Seca” Aníbal, via seu assessor de imprensa Beto “Tukão” Caram, me rotular de “Fluminense do Tênis” que o time carioca voltou a vencer. Aliás, uma das vítimas do Flu foi o próprio Palmeiras do Vorta Seca. Praga de urubu... 4) O “Galã da 6ª Idade” Hugo ½ Noite segue solteiro. Culpa do seu elevado nível de exigência com a beleza de suas pretendentes. Ele diz que só pinta mulher feia na sua área e o pior: elas querem desfilar de mãos dadas pela praça. Para o ½ Noite, mulher feia é igual a pantufa: dentro de casa até que é bom; mas, para sair na rua, dá uma vergonha... 5) Jogando pela AAC contra o Paraná, o Lula “Buba” foi marcado pelo zagueirão Marques, que é cabo da PM. Sem saber da profissão de seu marcador, Lula estava apático e sem pique. Mas, depois que o Isaac Cafú lhe avisou que quem o marcava era um policial, Lula virou um foguete e passou a correr feito Usain Bolt. Medo da Policia? Trauma? Calma, Lula; o Marques é boa gente e não lhe encanaria em campo.

Fechando as Cortinas:
Uma das coisas que mais me irrita no futebol profissional é a hipocrisia de alguns jogadores em situações que envolvem relacionamento com os clubes. Cito apenas uma, capaz de embrulhar o estomago do Carlito “Diabo da Tasmânia” Anselmo: quando são contratados, juram amor à torcida, beijam o distintivo do clube, prometem dedicação total e, de repente e por “money”, vão embora. E ainda se julgam ídolos e até “entidades”, pois, quando falam de si, o fazem na terceira pessoa. Palhaçada e pobreza de espírito! Atualmente, poucos, como Rogério Ceni e Marcos, fogem a esse estereótipo ridículo. Estes, sim, verdadeiros ídolos!

Romildo "Pakinha" Almeida    
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