CIRCO DO PAKA

Saudando a Galera/Sessão Maguila:
Em meio à crise, o Banco do Brasil – BB deu "show de bola" e retomou a liderança das instituições financeiras do País, desbancando o Itaú Unibanco. Esse relevante feito empresarial resultou da eficiência e da eficácia de uma gestão competente liderada pelo presidente do banco, Aldemir Bendine, o palmeirense roxo Dida, que sempre está em Conchas e dá apoio inestimável a várias entidades sócio-assistenciais e culturais da cidade. Ao Dida, o meu reconhecimento de mérito profissional e votos de sucesso contínuo à frente do BB, mantendo-o sempre como grande dínamo indutor do desenvolvimento nacional.

Bola Rolando/Futebol:
1) No João Pástina em Conchas, o CFC fez "barba e cabelo" do Água Branca, de Boituva. Os veteranos venceram por 4 a 2, com "gols em família", da dupla Bob Pai (Ramon Samambaia) e Bibo Filho (Duda), autor de 3 golaços e o nome do jogo. Os amadores pegaram "pedreira", mas conseguiram bela vitória por 2 a 1, com gols de Michel e do artilheiro Wellington "Hurricane", que vem substituindo muito bem ao goleador Caçapa, vendido ao Assis. 2) Depois de um longo jejum de vitórias, a AAC voltou a vencer. Jogando no Almadão bateu o São Martinho, de Tatuí, por 2 a 1, com gols de Zé Calcinha e uma grande atuação do volante Alicio, o famoso "Gatão de Favela". 3) Uma chuva de gols aconteceu no jogo entre Sucatão Master AAC e Irmãos de Piracicaba, no Almadão. No final, o placar apontou empate em 5 a 5, sendo os tentos conchenses do artilheiro Pirachó (3), Wandão "Buba" e do estreante Bene. 4) O São José – Kaveira foi à Estação de Pereiras e perdeu por 2 a 1 para o time da casa dirigido pelo Nóca. Dessa feita, os artilheiros kaveirenses passaram em branco, pois o tento de honra foi contra. 5) Num jogo equilibradíssimo no estádio da UEP, a Selemessias, reforçada pelos craques laranjalenses Teté e Bertinho, empatou em 1 a 1, com o forte esquadrão de Cerqueira César, liderado pelo amigo Pelé, pai do Alexandre Coquinho. O gol da Selemessias foi de Samuca e para Cerqueira César marcou o arisco ponteiro nipo-cerqueirense Kifú.

Zona do Agrião:
1) Há tempos, o craque Carlos "Moita" Madeixa Dinossauro, o "Jacarezinho do Cerrado", se converteu radicalmente à uma religião e se tornou um fervoroso "pastor" de rebanhos humanos, verdadeiro "aiátola xiita" da palavra divina - só não se sabe a que Deus ele serve. Agora, quem segue pelo mesmo caminho é o zagueiro Marcelão "Crazy Back" Macool, que, segundo seu mano Kiko, já foi batizado e, em seu primeiro testemunho, fez um discurso de 40 minutos, cativou os "irmãos" e os levou às lagrimas. A coisa comoveu tanto aos fiéis que, se ele tivesse "passado a sacolinha", ficaria arquimilionário como uns e outros que pregam por ai. Aleluia, "irmão" "Crazy Back"! 2) O Pedro "Coringão" Bussine anda tão paranóico com a tal gripe suína que está fazendo qualquer coisa para se prevenir. Dia desses, ele viu uma fila de vacinação em frente ao Posto de Saúde e, sem perguntar nada a ninguém, se alinhou e foi vacinado. Dias depois, começou a passar mal e foi parar no hospital. Também pudera, no lugar de vacina contra a gripe suína, ele tomou vacina contra caxumba. Ai, os gânglios superiores desceram e foram se juntar às bolas inferiores. Ô coitado! 3) Depois de olhar atentamente para a cara do sheik árabe-piramboiano Pedrão "Misiara" Abud, a garotinha Bianca, filha do André "Pangaré Federer" Lagranha e da Lílian, educadamente, opinou: "Ele não é feio; tem apenas uma beleza exótica". Beleza exótica, Bianca? Bota exótica nisso! Respeito a opinião da Bianca, mas, cá entre nós, o Pedrão é mais feio que "encoxar a mãe no tanque". Cruzes! 4) O Hugo ½ Noite entrou no ramo das artes plásticas: virou pintor de natureza morta – e põe morta nisso. Porém, ao contrário de seu mestre, o genial Cézanne, ele não pinta telas ou quadros, mas sim paredes. Até uma empresa ele já criou, tendo como sócio, o Lulinha, e o slogan é "Pintura boa, dura dia e dura noite. Pintura? Só Lulinha & ½ Noite!". Essa dupla pinta de tudo, até o sete.

Fechando as Cortinas:
Ouvi "ruídos" por aí de que o Hospital de Conchas está em situação difícil e pode fechar as portas. Não é a primeira vez que ouço isso, e, a exemplo das anteriores, espero que tudo fique no campo dos "ruídos" e o hospital continue funcionando. Afinal, trata-se de entidade essencial ao povo e creio que nossos governantes locais sabem muito bem disso.

Romildo "Pakinha" Almeida
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